Muro da Morte traz acrobacias radicais e muita velocidade em um ângulo de 90º. Projeto considerado a atração mais radical do Salão Duas Rodas 2017, já tem eventos fechados por todo o Brasil e será um dos destaques do BMS – Motorcycle 2018, que acontece em Curitiba, de 17 a 19 de agosto, na Usina5

Curitiba, 22 de fevereiro de 2018 – Quem foi ao último Salão Duas Rodas, o maior evento de motociclismo no Brasil, experimentou a adrenalina de assistir um espetáculo inédito do Wall of Death, ou Muro da Morte, em tradução literal.

O projeto, que partiu da iniciativa de um grupo de curitibanos apaixonados pelo universo duas rodas, tem o objetivo de reacender a cultura do motociclismo, muito forte nos Estados Unidos e Europa.

De acordo com Cezinha Mocelin, idealizador do Wall of Death, o cenário nacional dos apaixonados pelas máquinas estava precisando de novidades. “Em 2014, iniciamos uma intensa pesquisa, com direito a visitas a outros países para estudar o “Muro da Morte”, até chegarmos ao formato atual. Tudo foi pensado para garantir que o público possa estar muito próximo do espetáculo, com grandes doses de emoção e, claro, segurança, comenta e salienta que o projeto é itinerante e deverá passar por várias cidades do Brasil. “Tivemos a nossa estreia no Salão Duas Rodas e mais 3500 pessoas puderam conferir o nosso show. Em Curitiba, o Wall of Death também será um dos destaques do BMS – Motorcyle 2018, que acontece de 17 a 19 de agosto, na Usina5.

História

O Wall of Death original é derivado diretamente dos motordromes (arenas feitas com silos de fazendas colocadas em buracos no chão que mediam de 6 a 11 metros de diâmetro) dos EUA, no início do século XX, e era tradicionalmente realizado nas famosas feiras americanos. Na época, o muro era consistia em um poço, construído com um fundo arredondado e paredes verticais, em que carros e motos faziam acrobacias.

O Muro da Morte atual conta com a mesma essência, porém com uma estrutura especial e própria para as manobras, podendo ser montada e desmontada de acordo com o local a ser visitado.

Motos e Pilotos

O Wall of Death exige muito treino e concentração para a sua prática segura. As motos utilizadas foram modificadas com pneus mais largos e aderentes, suspensão mais rígida para aguentar a força de gravidade, entre outras alterações.

Celio Dobrucki, responsável pelas adaptações explica que a essência das máquinas e da cultura clássica do motociclismo foram mantidas. “Apostamos em design clean e retrô, que faz referência à origem da Muralha da Morte e aos antigos motordromes, com as modificações necessárias para que as manobras pudessem ser realizadas de forma segura”.

Os pilotos também passaram por um processo intenso de treinamento, uma vez que o nível de dificuldade das manobras é muito elevado, fazendo que seja submetidos a pressões até sete vezes superior a da gravidade (Força G). Sem a capacitação adequada, desmaios, náusea e perda temporária da visão seriam algumas das consequências. Para efeito de comparação, passageiros de ônibus espaciais chegam a experimentar uma pressão de 3g, menos da metade da força sentida dentro do Wall of Death.

Leonardo Nacarado, um dos maiores especialistas em Globo da Morte do mundo, Thiago Araújo e Matheus Ribeiro, são os responsáveis por passar a alta dose de adrenalina para o público.

Foto: Daniel Snege

Mais informações sobre o Wall of Death pelo telefone (41) 3362-1302 ou pela fan page oficial no facebook.com/wallofdeathbr

Fonte: TIPCOMM